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Inovador e Seguro: Pix e SPB moldando o futuro dos Pagamentos

Inovação e Segurança: Descubra como o Pix e SPB estão moldando o futuro dos pagamentos

Nos artigos O que é o SPI e como ele funciona e 7 motivos para conhecer o Sistema de Pagamentos Brasileiro abordamos conceitos gerais de PIX e SPB separadamente, mas vamos recordar rapidamente alguns pontos importantes para entendermos melhor onde eles se conectam.

O Pix é um meio de pagamento instantâneo, criado pelo Banco Central do Brasil, semelhante ao TED e DOC, no que tange a transferências de fundos. O Pix reúne vantagens na redução de custos, agilidade nas transações, integração de dados e segurança nas operações, entre outros.

O sistema de pagamentos brasileiro (SPB) é o conjunto de regras e instrumentos pelos quais se executam transferências de recursos, assim como o processamento e liquidação de pagamentos para pessoas físicas ou jurídicas, entes públicos ou privados. E assim sendo, esse sistema tem relação direta com todos os agentes da economia.

Com mais de 20 anos de operação, o SPB ainda oferece oportunidades para as instituições financeiras agregarem novos produtos, reduzir custos ou incrementar a eficiência operacional interna ou junto a seu cliente. A chegada do Pix une forças e solidifica ainda mais os meios eletrônicos de pagamentos no mercado brasileiro.

O número de brasileiros desbancarizados, ou seja, que não tem conta corrente em bancos é bem expressiva. Alguns dados apontam que esse número pode chegar a 1/3 da população de adultos. No arcabouço do Pix, há também a proposta de facilitar a bancarização da população que ainda não utiliza os serviços financeiros através de bancos (e também fintechs).

De que forma este evento tem estimulado a bancarização?

Primariamente através de custos baixos (e em muitos casos, gratuitos), de forma on-line e através dos seus próprios dispositivos móveis. Lembrando que são mais de 100 milhões de smartphones no Brasil.

Historicamente, novos meios de pagamentos não eliminam os serviços que os antecedem. Na verdade, somam-se, deixando que os usuários decidam como querem realizar as suas transações. Em casos como esse, Pix e SPB trabalham conjuntamente.

Um exemplo desse trabalho conjunto são os boletos híbridos, onde já temos o código de barras e também o QR-Code, que passou a acompanhar o Pix, a partir do seu lançamento. A escolha em como pagar é do usuário (do pagador).

A redução dos custos que o Pix trouxe consigo ao mercado, ajuda, de certa forma todo o ecossistema. Não só os bancos, mas outros segmentos como o varejo buscam por eficiência operacional e ter opções para ofertar aos seus clientes no momento de pagar é vital.

O Pix já oferta o pagamento de contas de consumo e também impostos governamentais. Benefícios sociais, como; 13º salário, FGTS e férias (entre outros). Na infraestrutura do SPB, já tínhamos a possibilidade de realizar todos esses pagamentos. O SPB não ganhou um concorrente, mas, um aliado na busca por eficiência.

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